quinta-feira, 23 de abril de 2009

Twitter!!

Para quem achou que Msn e Orkut eram os vícios da vez estavam enganados! Agora chegou a vez do Twitter.


A princípio, fui um pouco resistente em aderir ou não a esta nova rede virtual. Segundo meu amigo Dan, meu comportamento se enquadrava em "resistência ao novo”, porém, na noite de ontem me cadastrei para ver “qual é” desse negocio.

Claro que não dominei o sistema, assim como domino o Orkut e o Msn. De cara, fiquei um pouco (um pouco não, MUITO!) confusa e não consegui entender a lógica e a finalidade do Twitter. Tava dando erro nas fotos, não conseguia “followar**” ninguém, muito menos editar meu profile... Então, desisti! Sai e larguei pra lá.

(Follow: vem do inglês, que significa “seguir”. Esqueça os “ADD”, colega! Já está fora de moda! Agora o lance é “followar" a galera).

Realmente é confuso! Tanto é que o Dan me confidenciou que leu todos os fóruns e artigos de “como mexer no Twitter”.

Hoje pela manhã, consegui mexer com calma. Minha foto já apareceu, consegui “followar” as pessoas que estão por lá, editar meu perfil. Bom, achei legalzinho a coisa,

Agora, qual a finalidade do Twitter?

Em resumo: lugar de gente à toa, ficar a toa.

Ou seja, escrever o que você está fazendo no momento, exemplo: “agora estou comendo uma omelete”. Quase um ócio criativo, ou não.
A idéia de seguir funciona assim: você adiciona as pessoas e passa a segui-las. Tudo que elas postam você tem acesso, e elas só terão acesso aos seus posts se elas te seguirem também. Complexo, né? Só estando lá dentro para entender.

O legal é que há personalidades que utilizam o Twitter e se não forem Fakes, é legal ver o que Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Glória Kalil, estão fazendo no momento.

Para quem tiver curiosidade, acessem o meu profile aqui!
E sigam-me os bons!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ele me persegue

Desde janeiro venho cantando a pedra de que este ano levantarei o canudão se eu não agarrar na monografia. Porém, ao que tudo indica, só sai monografia se antes sair o bendito TCC, Trabalho de Conclusão de Curso.

Entre idéias geniais, e umas nem tanto, me decidi por uma aquela, acredito, que será de grande valia, tanto para finalizar o curso, quanto para ter paciência no decorrer dos próximos meses. Mesmo porquê, eu me conheço muito bem, se não pegar uma coisa na qual eu me sinta bastante confortável e motivada, perco o interesse fácil, fácil, no que resultará num trabalho bem chinfrim.

Toda as segundas tenho um duplo encontro com meu TCC. Na faculdade temos uma disciplina que nos orienta de “como elaborar um projeto de pesquisa”, e já adianto, não é tão fácil quanto se pensa que é. O outro encontro é quando chego da faculdade e ligo a TV no CQC, que será meu objeto de estudo nos próximos meses.

Vejamos: até julho, tenho dois encontros com o TCC uma vez por semana. Mais os livros e artigos que já comecei a ler (e os que ainda irei ler!), fora as preocupações peculiares e a insônia proveniente delas. Produzir um TCC se torna um tanto quanto “assustador”.

Até então parecia pouco, não é? Veja só isso.
Inicio de semana santa, e eu já meio que “resolvida” com os assuntos da faculdade, resolvo abrir “minha revista favorita”, a GLOSS, de uma forma aleatória, o que me deparo? Com uma reportagem sobre a importância do TCC! (edição Abril 2009- página 152).

Parece perseguição, não é?
2009, o ano do TCC!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Peculiaridades de um jogo de futebol

O que leva duas pessoas a se arrancarem de casa, em plena quarta-feira à noite para assistir a um jogo de futebol entre dois times, digamos, pequenos? A paixão pelo futebol? Um trabalho de faculdade? Ou uma simples oportunidade de se divertirem?
Pois é, fiquem com as três opções.
Noite de quarta-feira, 25 de março de 2009, eu e meu amigo Dan (que vocês já conhecem) resolvemos “dar uma pinta” no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio em Juiz de Fora, para acompanhar o confronto que decidiria o futuro do time da casa, Tupi, dentro do Campeonato Mineiro.
Mas a aventura começou bem antes. Sim, há quase duas horas antes de o certame ter início. Como o sangue inglês corre nas veias, nada melhor que combinar as coisas com bastante antecedência, não é? ( isso foi baseado em minhas experiências passadas em outros jogos, como quando o Tupi enfrentou o Atlético-MG e o Cruzeiro, portanto, chegar pelo menos umas duas horas antes é fundamental, pois há muita fila e o transito fica insuportável). Bom, saímos de carro rumo ao São Pedro, o caminho alternativo para se chegar ao estádio.
Ao som de Beatles (sim, Help!) fomos felizes e radiantes para assistir o Carijó, que precisava vencer o Uberlândia para se garantir entre o G8 e seguir na disputa do titulo.
Logo chegamos ao nosso caminho alternativo. “É pra cá, Dan”, falei. “Não, não é”, disse ele. E ele estava certo, até então. Nos emburacamos por uma estradinha de chão, pedra, mato, poeira e cheia de casas estranhas, mas seguimos enfrente. Claro que eu me vangloriei, né? “Você está errado, Dan, meu caminho estava certo!”, disse. Aí, cinco minutos depois, nos deparamos com o Helenião iluminado. É, tive que admitir que ele estava certo. Mas vamos combinar: um mais desorientado que o outro.
Chegamos e o estacionamento estava cheio. Cheio de espaço vazio. Era 20h30 da noite, e o jogo estava marcado para as 21h50. Sem nenhum movimento peculiar, mas mesmo assim seguimos em frente. Veja o vídeo da chegada ao estádio:




Lugar para escolher foi o que não faltou. Resolvemos ficar nas cadeiras, pois depois iríamos para a cabine de transmissão para acompanhar a cobertura pela Rádio Globo de JF. Depois de muita pipoca, batatinha e pelinha, simulações de transmissão gravadas em um pequeno mp4 e sobrevivendo ao ataque de mariposas gigantes e um frio descomunal, o jogo, enfim, começou. Abaixo, “ao vivo” do estádio durante o segundo tempo, ainda no placar 2x0 para o Tupi.




(Detalhe para a empolgação da garota no "pode")
Fim de jogo, Tupi 2 x 1 Uberlândia. Tupi classificado para a próxima fase. No vídeo falamos que seria o Atlético, mas não. Pois no presente momento, ainda dependia de outros resultados. No final, o Carijó acabou enfrentando o Cruzeiro. Perdemos de um a zero em BH e no ultimo domingo, já em Juiz de Fora, o Cruzeiro carimbou 7 gols contra dois do Tupi.
Que humilhação!
Portanto, galera da toca, detesto vocês!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Voltando...

Olá povo que foi abandonado por mim.

Sumi, reconheço, mas como sempre, há justificativas, claro!
(Perceberam que cumpri uma promessa? Ultimo capitulo da novela aeee!)

Durante as últimas semanas fui acometida por uma avalanche de coisas pra fazer, inclusive, fazer aniversário. Pois é, a faculdade está me consumindo horrores, especificamente uma matéria chamada TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), no qual sairá minha Monografia no próximo semestre. Desde já adianto que meu tema será algo relacionado ao CQC.

Por causa disso, constatei que ler realmente é um exercício, e quanto mais se pratica, mais rápido você lê. A prova disso foi eu ter lido, em menos de três dias, dois artigos quilométricos e metade de um livro (detalhe: um deles eu li inteiro durante a ida e a volta da faculdade).

Passados os estresses peculiares, resolvi diagramar o jornal da minha turma. Somente 20 páginas, as quais foram finalizaram durante esta madrugada. É, o que não fazemos por pontos extras, não é?

E há uma semana completei 22 anos. Por enquanto nenhuma vantagem, somente mais responsabilidades e preocupações.

Como já havia dito que este ano “vem com areia” pro meu lado, Pedrão resolveu mandar água no sábado. Mas nada que atrapalhasse a bebemoração, afinal, amigos reunidos é o que importa.

Por isso, resolvi roubar a idéia da Safa e postar uma foto do encontro de blogueiros (afinal, nos encontramos “off line”) durante o aniversário, que segundo ela teve direito à tempestade, quindão, champagne e calote no bar. E como ela não ficou para o “After”, teve até foto com as mortadelas de energético, luminária chinesa e sei lá mais o quê! O álcool não me deixa lembrar!



Povo de Blog: Lucas, eu e Safa.

Ainda esta semana no Blog:
-Peculiaridades de um jogo de futebol (com direito a video);
-Para quê vamos à Faculdade?

Aguardem!

sábado, 21 de março de 2009

Que tal um pouco de prosa? - Final

Recapitulando: Parte I, Parte II e Parte III


Acordou calma e relaxada, bem o oposto que talvez estaria se estivesse ansiosa para a conversa de logo mais. Ao abrir os olhos, ficou recapitulando os últimos acontecimentos de sua vida. Ponderando o que estaria certo ou errado, e o que valia a pena investir. Ficou pensando como iria fluir a conversa no shopping.

Lembrou de tantas e tantas vezes que ficou sonhando com este momento, principalmente quando os sentimentos estavam mais fortes. Mas, dois meses haviam se passado. Eles se afastaram. Ela conheceu outros caras. Ele, isso ela já não sabia. Por outro lado, achava melhor nem saber.

Por um momento, ela percebeu que havia parado de se importar com o que ele fazia ou deixava de fazer. Percebeu que aquilo se tornou inútil e que não acrescentaria em nada na sua vida. Por um momento, veio à cabeça a lembrança de um jovem rapaz que conheceu naquele sábado. Apesar de não ter rolado nada, trocaram telefones. Ela havia ficado realmente encantada. Mais um fator que poderia tirar ele de seus pensamentos.

No entanto, lembrou-se de uma frase que ele havia lhe dito no momento em que terminaram: “Não quero te prender, te atrapalhar a conhecer uma outra pessoa”. Mas também, ele havia dito que se tivesse uma outra pessoa no meio, as coisas poderiam mudar e ele se arrependeria. Bom, ou isso é gostar de sofrer, ou ele queria, mais uma vez, brincar com seus sentimentos?

Será que naquela noite ele a havia visto conversando com este jovem e resolveu agir? Pois então, mais um motivo para duvidar de suas intenções, afinal, se foi preciso passar dois meses para ele perceber que realmente gostava dela, por que então só foi procurá-la quando a viu em um lugar publico? Isso pareceu estranho. Seguiu o restante do dia procurando não pensar muito na conversa, mas estava atenta a esse novo detalhe.

Era chegada a hora do encontro. Arrumou-se como de costume, afinal, a vaidade é um de seus fortes. Saiu de casa. Ao chegar ao shopping, foi até o local combinado e lá estava ele, aguardando a sua chegada. Cumprimentaram-se civilizadamente, sem muitas intimidades. Ele perguntou se tudo estava bem, ela deu a entender que sim. Uma falta de assunto pairou no ar, até que ela resolveu tomar a iniciativa, dizendo que era para irem logo ao assunto.

Ele estava nervoso, ela o conhecia bem. Antes de começar a falar ele deu uma engolida como se estivesse tomando fôlego. Começou a dizer, com uma voz trêmula, mas começou. Disse que já havia um tempo que queria ter aquela conversa, mas que não tinha coragem de tentar algum contato. Ela, por enquanto, só escutava.

Sem que ela perguntasse, ele assumiu que ao vê-la conversando com um outro cara se sentiu inseguro e resolveu agir (bem o que ela já havia suspeitado). Continuou a escutar tudo o que ele estava dizendo. Além da insegurança, ele disse que naquele momento sentiu que a estava perdendo, percebeu mesmo que ainda gostava dela e que estaria disposto a assumir, novamente, aquela relação.

Ela riu. Mas não um riso de felicidade, mas sim um riso, digamos, sarcástico. Não acreditava no que havia acabado de escutar. Como ele teve a audácia de dizer tudo aquilo após aqueles dois meses? Soava extremamente ridículo! Assim que ele concluiu, ela se recompôs e começou a dizer tudo o que estava engasgado em sua garganta:

“Eu deveria ter te escutado desde o inicio, pois você estava certo quando disse que não queria se envolver e não atrapalhar a chegada de um novo alguém. Logo, foi só me ver com uma outra pessoa que você resolveu agir. Bem previsível você não acha?”

Ele a olhou perplexo. Mas continuou a prestar atenção no que ela estava falando.

“Pois bem, você agiu certo. Hoje eu vejo que mereço alguém muito melhor que você. E acho que esse alguém apareceu. Se hoje você se arrepende, o que posso fazer? O problema é todo seu. Infelizmente, alias, felizmente, nossa história acabou. E fico feliz com a sua mudança, espero que você seja feliz com outra pessoa e que não cometa os mesmos erros.”

Ele, como sempre, não disse nada, apenas a escutou. Era bem provável que ele não esperava ouvir dela todas aquelas coisas, mas, era um risco que ele tinha que correr, e ela também.

Ela, no entanto, percebeu que o que disse a ele no sábado não foi um blefe, mas sim a mais pura verdade. Depois que a gente aprende a não gostar mais de uma pessoa não adianta insistir. Levantou-se da mesa onde estavam e foi embora, o deixando ali, parado, mais uma vez.

Por um lado, foi melhor assim, cada um para o seu canto. Saiu com um sentimento de missão cumprida e pronta para uma nova paixão, pois finalmente se sentiu livre de verdade e seu coração estava aberto para que pudesse gostar de um novo alguém.

quinta-feira, 19 de março de 2009

E ele se foi, quem diria!

É engraçado como que algumas pessoas possuem uma áurea de imortal. Entra ano e sai ano e elas permanecem ali, vivas, intocadas. Mas, como é a ordem natural das coisas, um dia é chegada à hora de partir. Às vezes, cedo para alguns e tarde para outros. E mesmo assim fica difícil de acreditar que elas partiram.

O que gera esta divisão entre ir cedo ou tarde é o simples fato das pessoas possuírem personalidades distintas. E esse é o barato da vida, ser diferente. A diferença, muitas vezes, gera divisões de opiniões. Uns idolatram enquanto outros pensam “já vai tarde”. Ao nosso redor convivemos com pessoas que se destacam ou que se fecham. Podemos nos destacar por sermos irreverentes, faladores, polêmicos, ou pelo simples fato de colocar a cara para bater, mas têm outros que preferem à segurança do anonimato. Para eles, é mais cômodo conter suas idéias para si próprios. E muitas vezes se tornam indiferentes. E as personalidades que deixam saudade? Podemos citar algumas como Ayrton Senna, Mussun, Bussunda, Dercy Gonçalves e Clodovil Hernandes.

Sim caro leitor do Blog, você leu certo. Clodovil Hernandes.

Muitos o rejeitaram e não o respeitaram por ser homossexual assumido desde o sempre. É, ver a segurança de uns às vezes incomoda àqueles que não tem coragem de se auto assumirem. Começou em um ramo que hoje muitos querem ingressar, ou seja, até faculdade de moda se tem hoje em dia. Nunca os padrões de beleza foram tão valorizados quando são agora. Quantos apresentadores de TV você conhece que falam abertamente o que pensam sem medo de serem podados por um diretor ou produtor? Venceu um câncer. E existe ousadia maior do que esta: se candidatar a um cargo político? Muitos foram na sua água, afinal, ser o terceiro deputado mais bem votado no estado de São Paulo não é para qualquer um, não.

Acho que a sua cara de indiferente, arrogante e esnobe era o que mais incomodava as pessoas. Suas respostas na ponta da língua desarmavam qualquer um que, por ventura, quisesse curtir com a cara dele.

Isso era o que eu mais admirava no Clodovil. A estratégia de que a melhor defesa é o ataque. E isso ele fez muito bem, fez por 71 anos. Pena que não pôde se auto atacar para evitar o segundo AVC (Acidente Vascular Cerebral) que o acometeu no último domingo. E infelizmente, como todos já sabem, veio a falecer na tarde de terça-feira, dia 17 de março.

Até agora não acredito que ele se foi. É a mesma sensação que tive quando soube que a Dercy havia morrido. Não pode! Essas pessoas são ícones e deve permanecer vivas. Afinal, sei da existência delas desde quando me entendo por gente, não é justo que elas saiam agora, no melhor da festa.

Mas não somos imortais. Somos humanos que nascem, crescem, reproduzem e morrem. Sabemos disso desde o pré-primário. O que nos resta é aceitar e entender que as pessoas se vão. Acredito que este sentimento de “perda” está ligado no simples fato de que essas pessoas fizeram à diferença e que se destacaram por ser quem são.


Para ler uma versão mais "bem humorada" sobre o ocorrido, clique aqui!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Asterísticos aleatórios

Depois de longa data, cá estou eu revitalizando este blog.
Sumi, sim, é verdade. Também prometi e (ainda) não cumpri, é verdade também.
Mas já já irei cumpri esta árdua promessa, mas por favor, me dêem um desconto: ta fazendo muito calor! Portanto, para dar uma atualizada nos acontecimentos, resolvi usar e abusar dos...

... asterísticos aleatórios:

*Passado o carnaval, agora sim o ano começa e com fortes emoções. Tão fortes que nesta última segunda-feira, Juiz de Fora e região passaram por 47 minutos de apagão, ainda, sem causa definida. Eu hein?

*Por falar em apagão, tive mais um texto publicado em minha nova empreitada, para ler basta clicar aqui! Ah, também publicaram uma mini-biografia da minha pessoa, leia aqui.

*Depois de longa data, resolvi cortar o cabelo e adivinhem, cortei a franjinha também. E começa a relação amor e ódio entre eu e ela. Para quem ta boiando no assunto, contextualize aqui! Mas dessa vez não ta tão curtinha não, dá pra colocar atrás da orelha.

*Fiquei mais de três dias sem conseguir dormir direito por causa do calor que tem feito em Juiz de Fora. Sério. Os termômetros tem marcado 36°,37°, mas acho que ontem chegou aos 40°. Ventiladores e ar-condicionado não estão resolvendo muito por aqui.

*Depois do tombo na faculdade, graças a Deus, não cai de novo mais não.


Por enquanto é só! Voltamos a qualquer momento com este blog!

PS: Post do “clique aqui”, não foi?

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Empreitada!

Em primeiro lugar, mil desculpas pela falta de postagens no blog. É que ultimamente andei tendo dias um pouco tensos, afinal, estágio, último ano de faculdade e alguns perrengues pessoais tem se tornado tarefas difíceis de serem conciliadas, mas se Deus quiser, tudo há de se ajeitar.

Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar claro uma promessa que ainda não foi cumprida aqui no blog: o término da novelinha “Que tal um pouco de prosa?”. Pois então, está quase pronto, podendo entrar no ar ainda esta semana. Portanto, parem de roer as unhas, pois o fim está próximo!

No entanto, tenho uma outra boa noticia para vocês: fui convidada a escrever em um site, ele se chama “O Patusqueiro”. Vocês já devem ter notado o selinho aqui do lado, certo? Então, o site consiste em um projeto idealizado por jornalistas e publicitários (e amigos meus) recém-formados e que viram na internet uma forma diferente para colocarem suas idéias no ar. Ontem mesmo tive um texto publicado, para ler basta clicar aqui. Espero que gostem!

Bom, não vou falar muito sobre o que é O Patusqueiro, acessem e descubram vocês mesmos! Muito má, né? Hehehehe.


PS: Sobre o último post sobre o fatídico tombo: meu joelho já está melhor e o roxo já sumiu.
PPS: Eu? Postando em pleno carnaval? É este ano nada de folia. Pasmem!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Da série: nunca diga nunca

É incrível que para cair, basta estar de pé.

Segundo o dicionário, cair significa: Ir abaixo, pender, tombar, desabar, acontecer, suceder, descer, baixar, ser enganado/ surpreendido.

Pois é, e eu que achava que poderia me vangloriar por em quase quatro anos, jamais ter caído na faculdade. No entanto, hoje fui enganada por uma mísera goteira. Mas, para contextualizar, vamos aos fatos:

Juiz de Fora, assim como as demais cidades da região, faz (muito) calor durante o dia e a no final da tarde, chove. E chove muito! Coisa que chega a ser “estimulante” para ir assistir aula na faculdade. Pois bem, nesta terça lá estava eu atrasadíssima para a aula. Logo, tratei de incorporar o “
Ligeirinho” para não chegar muito encima da hora. Ao passar –correndo- pelo “pátio” da instituição, fui surpreendida por uma goteira, que molhou o chão e fez com que eu desabasse sobre ele.

Sem duvida, foi “o” tombo. Fui escorregando lentamente e quando me dei conta, lá estava eu, estatelada no chão. Tive meu momento Giba, afinal, fiz um peixinho (jogada muito comum usada nos jogos de vôlei). Ou seja, mergulhei, literalmente, na goteira.

Foi a típica estratégia do “vê que vai cair, deita”. Fora a vergonha, me senti a pessoa mais pateta do mundo. Lógico que fiz uma cara de dor, para cortar o barato de quem estava rindo às minhas custas, mas depois, não contive a gargalhada. Afinal de contas, em uma situação dessas, não adianta chorar, não é verdade?

Lembro que ainda fiquei uns cinco minutos sentada no chão, com algumas pessoas do lado, tentando entender o que havia acontecido. Realmente foram segundos que valeram por uma eternidade.

Resultado: cheguei super atrasada na aula e ainda levei de brinde um cotovelo ralado e um joelho roxo, sem contar que estava segurando o riso, pois não havia nenhuma alma boa para compartilhar aquele momento ridículo.

Era o que eu achava, porque na hora do intervalo, um amigo chegou até mim e falou: “belo salto, hein Bárbara! Caiu que nem uma jaca”. E depois ainda me disse que não foi lá me ajudar porque estava rindo freneticamente. E eu precisando de companhia. É mole?

PS: Já perceberam que este último ano de faculdade vai ser cheio de emoções, hein? Segundo o Galvão, aguenta coração!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Impedimento

É impressionante como ainda há coisas que conseguem me surpreender neste mundão de Deus. Em quase quatro anos de faculdade, entre muitos assuntos discutidos (dos mais bizarros, banais e sérios), jamais imaginei que sairia de uma aula sabendo como funciona um “impedimento” num jogo de futebol.

Claro que isso é comum se eu cursasse Educação Física. Porém, é de conhecimento comum que faço Jornalismo.

Agora vocês me perguntam: como você sabe o que é impedimento?
Simples. Neste semestre, minha turma terá a matéria intitulada de “Jornalismo Esportivo”, e no decorrer da aula, uma dúvida foi levantada, naturalmente por uma colega de sala (colega=mulher).

Daí, o professor prontamente explicou que o impedimento nada mais é que jogador que está atacando receber a bola entre o zagueiro e o goleiro.

Tá, pra entender? Acho que não.

Bom, confesso que se tivesse como desenhar aqui, eu saberia explicar com mais credibilidade.

PS: Meu amigo Dan ficou de postar também sobre o assunto, aguardem!
PPS: Essa semana descobri uma nova paixão: cultivar hematomas pelo corpo. Brincadeira! Na verdade, essa nova paixão se chama corrida de Kart. Que além de ser muito divertida, você leva de presente vários roxos pelo corpo. Fantástico, né? Aí, os outros olham para você e pensam: “nossa coitada, o namorado dela deve ser tipo o Marcos da novela”, ou então, “gente, será que ela é masoquista?”.
Eu hein?

OBS Final: A novelinha do Blog não acabou, em breve postarei o quarto e último capitulo!